Tuesday, October 24, 2006

ESTÓRIAS DE UM DR. À TOA... E MENTIROSO (CAPÍTULO 5)

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Maria era a famosa amiga da garotada. Tinha sido a primeira de muitos do bairro. Já tinha dado pra turma toda, menos para o Leonardo. Sabendo da fragilidade e do apetite sexual de Maria, Leonardo animou-se todo ao saber da festa na minha casa. Seis mulheres e seis homens. Perfeito para todos darem bem. Combinamos os casais e deixamos ele com ela para que o mesmo trocasse o óleo para evitar que o motor fundisse.

Para facilitar a vida de todos e o negócio fluir com maior rapidez, compramos muitas cervejas e vodkas. Não demorou muito para todos se pegarem. O clima na casa esquenta e cada um procura um lugar mais tranquilo para se acomodar. Leonardo ficou com o quarto do lado do banheiro. Depois de muita mão naquilo e aquilo na mão, pedi licença a minha "ficante" para ir ao banheiro. Não contive minha curiosidade e fui tentar escutar o que acontecia no quarto do Leonardo. Felizmente ele deixou a porta entreaberta e dava para ouvir tudo como se tivesse ao lado deles.

Esperando escutar gemidos, minha surpresa foi maior quando percebi que Maria lutava em não dar. Muita insistência da parte do Leonardo até que ela falou:
- Dar eu não vou, mas se quiser bato uma pra você.
Se eu já estava espantado em escutar isso de Maria, a resposta de Leonardo foi mais chocante ainda:
- Punheta não quero não. Ninguém bate punheta pra mim melhor do que eu. Só eu sei a hora de ir rápido, hora de ir devagar...

Tem base???

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